Advogado trabalhista em Jundiaí

Verbas que não foram pagas, horas extras, assédio, acidente de trabalho ou uma demissão que veio errada. Você conta o que aconteceu e a gente diz o que dá para fazer — em português, sem juridiquês.

O atendimento começa pelo WhatsApp · Presencial em Jundiaí com hora marcada, se você preferir

O prazo não espera: depois do fim do contrato, você tem 2 anos para reclamar na Justiça do Trabalho — e dentro da ação dá para cobrar os últimos 5 anos. Quanto antes o caso for analisado, mais direitos ainda estão dentro do prazo.

O que você está passando

Os casos que mais chegam ao escritório

Ache a sua situação abaixo. Se não estiver aqui, é só perguntar — a lista não esgota o que a Justiça do Trabalho resolve.

Trabalhador de indústria com equipamento de proteção — trabalhista em Jundiaí

Fui demitido e não recebi minhas verbas

Na demissão sem justa causa, o acerto costuma incluir saldo de salário, aviso prévio, férias vencidas e proporcionais com um terço, 13º proporcional, o FGTS do período com a multa de 40% e a liberação do seguro-desemprego.

O pagamento tem prazo: até 10 dias corridos a partir do fim do contrato. Passou disso sem justificativa, cabe multa em favor do trabalhador.

Em cidade de perfil industrial como Jundiaí, é comum a rescisão vir com verba variável mal calculada: adicional de insalubridade, periculosidade e prêmio de produção que a empresa esquece de integrar na média.

Guarde: o termo de rescisão, os últimos holerites, o extrato do FGTS e as conversas em que a empresa prometeu pagar.

Se a empresa não pagar, a ação corre em uma das cinco Varas do Trabalho de Jundiaí, no fórum do Anhangabaú. Quem trabalha em Itupeva, Louveira ou Vinhedo também tem o caso julgado aqui.

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Me mandaram embora por justa causa

Justa causa é a punição mais severa da relação de trabalho e, por isso, exige três coisas: motivo previsto em lei, prova concreta e proporcionalidade entre a falta e a punição. Também exige que a empresa aja logo — quem tolera por meses e demite depois enfraquece o próprio argumento.

Quando algum desses pontos falha, a Justiça pode reverter a dispensa. Aí as verbas passam a ser as de uma demissão comum.

Em ambiente de fábrica, a justa causa costuma vir de abandono de posto, recusa de ordem ou incidente de segurança — e é onde mais se vê punição desproporcional a um fato isolado.

Guarde: advertências e suspensões anteriores, o comunicado da dispensa e o nome de quem presenciou o episódio.

Se a Vara do Trabalho de Jundiaí não reverter, o recurso sobe para o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas — onde o escritório também atende.

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Trabalhei sem carteira assinada

Registro em carteira não é o que cria o vínculo — é o que o comprova. Se o trabalho era pessoal, habitual, subordinado e remunerado, existe vínculo de emprego mesmo sem assinatura nenhuma.

Reconhecido o vínculo, vem tudo que ficou para trás naquele período: férias, 13º, FGTS, horas extras e a anotação na carteira, que conta para a aposentadoria.

Na região de Jundiaí isso aparece muito em obra, montagem industrial e transporte terceirizado, com contrato de prestação de serviço mascarando o vínculo.

Guarde: comprovantes de pagamento, mensagens com chefia, escalas, uniforme, crachá e o contato de colegas.

Jundiaí tem 16.947 postos em logística e 26 condomínios empresariais, resultado da posição entre a Anhanguera e a Bandeirantes. É onde mais aparece trabalho sem registro: motorista contratado como autônomo, ajudante de carga por diária e o “PJ” que cumpre horário e recebe ordem.

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Faço horas extras e não recebo

A jornada comum é de 8 horas por dia e 44 por semana. O que passa disso é hora extra, com acréscimo mínimo de 50%, e 100% em domingos e feriados sem folga compensatória. Entre uma jornada e outra, a lei garante 11 horas de descanso.

Também conta o tempo em que você fica à disposição da empresa: sobreaviso, treinamento obrigatório e reunião fora do horário.

Turno de fábrica e escala de centro de distribuição — comuns na região de Jundiaí — costumam gerar exatamente esse tipo de discussão.

Guarde: cartões de ponto, escalas, mensagens fora do expediente e qualquer registro de entrada e saída.

Em Jundiaí isso aparece muito em turno de fábrica: são 555 indústrias ativas e quase 28% dos empregos formais da cidade na indústria. Em pico de produção, a hora extra vira rotina e o banco de horas estoura o prazo de compensação.

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Sofro assédio no trabalho

Assédio moral é a humilhação repetida que atinge a dignidade de quem trabalha: gritos na frente dos colegas, metas impossíveis usadas como castigo, isolamento deliberado, ameaça constante de demissão. Assédio sexual envolve investida de cunho sexual, e é crime além de ilícito trabalhista.

Nos dois casos cabe indenização por dano moral e, dependendo da gravidade, a rescisão indireta — a saída com os direitos de quem foi demitido.

Cobrança de meta em linha de produção e humilhação diante da equipe no chão de fábrica estão entre os relatos mais frequentes aqui.

Guarde: prints, áudios, e-mails, atestados médicos e o nome de quem viu. Registre por escrito o que aconteceu, com data.

Jundiaí tem 186.098 empregos formais, a maior parte em indústria e logística — ambientes de hierarquia curta e chão de fábrica, onde a humilhação costuma acontecer na frente de colegas. Isso ajuda: testemunha é a prova que mais pesa nesse tipo de caso.

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Me acidentei trabalhando

Acidente de trabalho não é só o que acontece dentro da empresa: inclui o trajeto de casa para o serviço e as doenças causadas pela atividade, como lesões por esforço repetitivo e perda auditiva.

A empresa é obrigada a emitir a CAT — Comunicação de Acidente de Trabalho. Se ela não emitir, o próprio trabalhador, o médico ou o sindicato podem emitir. Depois do afastamento pelo INSS, existe garantia de emprego de 12 meses no retorno.

Afastamento pelo INSS costuma andar junto com esse caso — veja também auxílio-doença negado ou cortado.

Em Jundiaí isso pesa: com quase 52 mil empregos na indústria e 555 fábricas ativas, acidente com máquina, ruído e esforço repetitivo estão entre os casos mais frequentes na cidade.

Guarde: a CAT, todos os atestados e laudos, exames e o registro do que a empresa fornecia de equipamento de proteção.

A cidade tem 51.867 empregos formais na indústria. Isso muda o tipo de acidente que chega: máquina sem proteção, esforço repetitivo em linha de montagem e perda auditiva por ruído — casos em que a perícia técnica pesa mais que o depoimento.

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Meu FGTS não foi depositado

O depósito é mensal, de 8% sobre a remuneração, e é obrigação da empresa mesmo quando o salário está em dia. A falta de depósito é uma dívida que se acumula em silêncio — muita gente só descobre na hora de sacar.

Dá para conferir pelo aplicativo do FGTS. Faltando depósito, cabe cobrança judicial dos valores e, se o descumprimento for grave e continuado, a rescisão indireta.

Empresa de médio porte em dificuldade costuma atrasar o FGTS antes de atrasar o salário — em Jundiaí, é quase sempre o primeiro sinal.

Guarde: o extrato analítico do FGTS, que mostra mês a mês o que entrou e o que faltou.

Em cidade de indústria e centro de distribuição a rotatividade é alta, e o depósito só aparece no extrato. Dá para conferir pelo aplicativo do FGTS antes de qualquer conversa com a empresa — e o que faltar é cobrado na Vara do Trabalho de Jundiaí.

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A empresa não paga em dia

O salário deve ser pago até o quinto dia útil do mês seguinte. Atraso reiterado é descumprimento grave do contrato: além da cobrança dos valores, abre caminho para a rescisão indireta.

Quando a indústria da região entra em crise, o salário costuma vir parcelado ou fora da data, e isso já basta para configurar descumprimento.

Guarde: holerites, extratos bancários mostrando as datas reais de crédito e mensagens da empresa adiando o pagamento.

Jundiaí concentra fornecedores de cadeia industrial: quando a cadeia trava, o atraso desce até o salário. O ponto é que atraso repetido não é problema seu — é descumprimento de contrato, e abre a porta da rescisão indireta.

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Fui demitida grávida

A gestante tem estabilidade desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. E o que vale é o fato, não o aviso: se a gravidez já existia na data da dispensa, a estabilidade se aplica mesmo que nem você soubesse ainda.

Nesse caso cabe a reintegração ao emprego ou a indenização correspondente a todo o período de estabilidade.

Em turno de produção, a gestante também tem direito a mudança de função quando a atividade oferece risco, sem redução de salário.

Guarde: exame com data, o comunicado da dispensa e o cartão de pré-natal.

A ação corre nas cinco Varas do Trabalho de Jundiaí, e vale também para quem trabalha em Itupeva, Louveira e Vinhedo. Em caso de demissão na gravidez, procurar rápido importa: a reintegração é mais simples enquanto o período de estabilidade não terminou.

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A empresa fechou e não pagou ninguém

Fechar as portas não apaga a dívida trabalhista. O crédito do trabalhador tem prioridade sobre quase todos os outros, e a cobrança pode alcançar os sócios quando o patrimônio da empresa não basta.

Se houver recuperação judicial ou falência, existem prazos próprios para habilitar o crédito — e perder esse prazo custa caro.

Vale para quem trabalhava em Jundiaí, Itupeva, Louveira ou Vinhedo: todas essas cidades são atendidas pelas Varas do Trabalho de Jundiaí.

Guarde: carteira de trabalho, contrato, holerites e qualquer comunicado do fechamento.

Com 555 indústrias ativas e 26 condomínios empresariais, é comum a empresa fechar mas o grupo econômico continuar operando na região — inclusive com outro CNPJ no mesmo endereço. Isso muda quem responde pela dívida.

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Não aguento mais, mas não quero perder meus direitos

Existe um caminho para quem quer sair sem abrir mão do que tem direito: a rescisão indireta. É a demissão do empregador pelo empregado, quando a empresa é quem descumpre o contrato — salário atrasado, FGTS não depositado, assédio, exigência de serviço além das forças ou risco à saúde.

Reconhecida pela Justiça, você recebe como se tivesse sido demitido sem justa causa: aviso, multa de 40% do FGTS, seguro-desemprego, tudo.

Se o motivo da sua saída envolve agressão ou ameaça, pode haver também repercussão criminal — nesse caso, veja defesa criminal em Jundiaí.

Em Jundiaí, os casos mais comuns envolvem exigência de jornada acima do limite e falta de equipamento de proteção adequado.

Atenção: pedir demissão antes de conversar com um advogado costuma ser o erro mais caro dessa história. Junte as provas primeiro.

É a Vara do Trabalho de Jundiaí que reconhece a rescisão indireta, no fórum do Anhangabaú. Enquanto o processo corre, é possível pedir para sair sem ficar preso ao pedido de demissão — e é essa decisão que precisa ser bem construída desde o começo.

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Reconheceu a sua situação? O primeiro passo é contar o que aconteceu.

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Antes de qualquer coisa

O que fazer primeiro

1

Não assine o que não entendeu

Acordo de desligamento, confissão de dívida ou quitação ampla assinada às pressas pode fechar portas depois. Você tem o direito de ler com calma e de tirar dúvida antes.

2

Junte a prova enquanto ela existe

Mensagens somem, colegas mudam de emprego, acesso a sistema é cortado no dia da demissão. Salve o que puder agora, mesmo que pareça pouco.

3

Conte o caso a quem entende

Muita coisa que parece perdida ainda está no prazo, e muita coisa que parece certa tem detalhe que muda tudo. Uma conversa resolve essa dúvida.

Sem pressa

Você não precisa de nada disso para começar

Para a primeira conversa, basta contar o que aconteceu. Nenhum documento é exigido para falar com um advogado — a lista abaixo é só para você saber o que costuma ser útil depois, quando o caso já estiver em andamento. Se você tiver pouca coisa, a gente ajuda a conseguir o resto.

Não tem nada em mãos agora? Comece a conversa mesmo assim.

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Aqui em Jundiaí

Onde o seu processo vai correr

Fórum Trabalhista de Jundiaí

Avenida Carlos Salles Block, 56
Anhangabaú — Jundiaí/SP
CEP 13.208-100

São cinco Varas do Trabalho na cidade. Elas atendem não só Jundiaí, mas também Itupeva, Louveira e Vinhedo — quem trabalha nessas cidades também resolve aqui.

Para onde vão os recursos

Jundiaí pertence ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, com sede em Campinas. É o tribunal que julga quando uma das partes recorre da decisão de primeiro grau.

Ou seja: o processo começa aqui e, se houver recurso, sobe para Campinas — onde o escritório também tem unidade.

Por que Jundiaí gera o tipo de caso que gera

Jundiaí tem 51.867 empregos formais na indústria, quase 28% de tudo que se emprega na cidade, distribuídos em 555 indústrias ativas. A logística responde por outros 16.947 postos, resultado da posição entre a Anhanguera e a Bandeirantes, com 26 condomínios empresariais instalados.

Isso muda o perfil das reclamações que chegam: turno e escala de fábrica, horas extras em pico de produção, insalubridade e periculosidade, acidentes com máquina e esforço repetitivo, e as questões próprias de quem trabalha em centro de distribuição — jornada de motorista, tempo de espera e carga além do permitido.

Dados da Prefeitura de Jundiaí (2025), com base no CAGED, e do IBGE (Censo 2022).

Informações sobre a Justiça do Trabalho de Jundiaí conferidas em agosto de 2026 nas fontes oficiais do TRT da 15ª Região e do TST.

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem trabalha em Jundiaí

Até 2 anos depois do fim do contrato. Dentro da ação, dá para cobrar os últimos 5 anos trabalhados.

Passados os 2 anos, o direito de reclamar na Justiça se perde — mesmo que a dívida seja real e reconhecida.

No Fórum Trabalhista da Avenida Carlos Salles Block, 56, no Anhangabaú. São cinco Varas do Trabalho, que atendem também Itupeva, Louveira e Vinhedo.

Os recursos vão para o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas.

Quem não tem condições de arcar com as custas pode pedir a gratuidade da justiça, prevista na CLT.

Os honorários do advogado são combinados antes e explicados na primeira conversa, sem surpresa depois.

Reclamar direito na Justiça é um direito garantido, e retaliação por causa disso é ilícita.

Na prática, o processo trabalhista é comum e não fica registrado como algo contra você. Se houver retaliação, ela própria vira objeto de reparação.

O primeiro contato pode ser todo pelo WhatsApp, e o acompanhamento também.

Quem prefere presencial é recebido na unidade de Jundiaí, na Chácara Urbana, com hora marcada.

Sim. As Varas do Trabalho de Jundiaí têm jurisdição sobre essas três cidades, então o processo corre aqui mesmo.

Na prática isso costuma facilitar: audiência, atendimento e acompanhamento ficam todos no mesmo lugar.

Deve entrar. Adicional de insalubridade e de periculosidade pagos com habitualidade integram a remuneração e refletem em férias, 13º, aviso prévio e FGTS.

É um dos erros de cálculo mais comuns em rescisão de trabalhador de indústria — e dá para revisar dentro do prazo.

Depende do caso e de haver acordo. Um acordo na primeira audiência pode encerrar tudo em poucos meses; um processo que percorre recursos leva bem mais.

Na primeira conversa explicamos a faixa realista para a sua situação — sem prometer o que não depende de nós.

Onde nos encontrar

Unidade Jundiaí

Rua Capitão Cassiano Ricardo de Toledo, 191
9º andar, sala 915 — Chácara Urbana
Jundiaí/SP · CEP 13.201-840

O atendimento presencial é com hora marcada, e o agendamento é feito pelo WhatsApp — assim ninguém vem até aqui sem ter certeza de que será recebido. Se preferir, resolvemos tudo à distância.

Segunda a sexta, das 9h às 18h.

Seu caso não é em Jundiaí?
Diga onde ele fica e a gente te leva para a página certa.

Conteúdo revisado por

Dr. Eliel Justino de Lima

advogado trabalhista e criminalista · OAB/SP 399.751

Este texto tem finalidade informativa e não substitui a análise do seu caso concreto. As informações sobre a estrutura judiciária de Jundiaí foram conferidas em fontes oficiais e são revisadas periodicamente.

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